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O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e a Federação Brasileira das Associações Científicas e Acadêmicas de Comunicação (Socicom) lançam nesta terça-feira, dia 11, às 8h30min, a obra “Panorama Brasileiro da Comunicação e das Telecomunicações”, no escritório da Presidência da República em São Paulo (Avenida Paulista, 2.163, 17º andar), com a participação dos Presidentes do Ipea, Marcio Pochmann, e da Socicom, jornalista José Marques de Melo.
A publicação reúne em três volumes dados da pesquisa inédita realizada no Brasil sobre os setores de Comunicação e das Telecomunicações, que contou com a participação de estudiosos de diversas regiões do País.
O primeiro volume da obra apresenta o estudo sobre as tendências nas telecomunicações, artigos escritos exclusivamente para o livro, textos publicados originalmente na edição especial do Boletim Radar, do Ipea, sobre telecomunicações, e artigos que oferecem um panorama das indústrias criativas e de conteúdos.
O segundo volume é dedicado ao resgate da memória das associações científicas e acadêmicas de Comunicação no Brasil. O texto descreve e diagnostica a produção de conhecimento nos principais segmentos da área nacionalmente institucionalizados ou publicamente legitimados nesta primeira década do século XXI.
O terceiro volume reúne o resultado parcial de quatro pesquisas sobre o campo da Comunicação, que incluem, entre outros dados, o número de faculdades e cursos de pós-graduação em Comunicação no País, as áreas de concentração e crescimento do setor; as profissões relacionadas à área, o modelo digital.
Após o lançamento, às 19h, o Centro de Estudos da Mídia Alternativa Barão de Itararé promove o debate “Panorama da Comunicação e das Telecomunicações no Brasil”, com a participação do Presidente do Ipea, Márcio Pochmann, do jurista Fábio Konder Comparato, e do jornalista Paulo Henrique Amorim. O evento gratuito e aberto ao público será realizado no auditório do Sindicato dos Jornalistas de São Paulo, na Rua Rego Freitas, 530 — sobreloja, próximo ao Metrô República.
Cláudia Souza - com informações do Ipea.
Cláudia Souza - com informações do Ipea.
A Arábia Saudita vai impor a todos os bloggers e jornalistas que escrevem para o meio web um registo no Ministério da Cultura e Informação do país
As novas regras, que entram em vigor no próximo mês, define que todos aqueles que pretendam escrever online necessitam de uma licença. Os interessados na licença, que será válida por 3 anos, devem ter no mínimo 20 anos e ter o ensino médio completo. Os interessados devem, também, apresentar “documentos que provem o bom comportamento”.
Qualquer blogger sem licença estará sujeito a uma multa de 100 mil riais sauditas (cerca de 43 mil reais) ou a banimento da função. O governo saudita afirmou que a medida foi concebida para proteger a sociedade.
O governo saudita já foi condenado por organizações que defendem a liberdade de expressão e o direito à informação. Já as organizações de notícias mais populares, que trabalham sob regulamentação governamental, elogiaram a introdução das novas regras. Tariq Alhomayed, editor do jornal Asharaq Alawasat, evidenciou a sua concordância com a medida do Ministério, tendo argumentado que a publicação de conteúdos deve ser feita com responsabilidade e não através de identidades falsas utilizadas para difamar ou promover a divisão social.
FONTE: techlider
As novas regras, que entram em vigor no próximo mês, define que todos aqueles que pretendam escrever online necessitam de uma licença. Os interessados na licença, que será válida por 3 anos, devem ter no mínimo 20 anos e ter o ensino médio completo. Os interessados devem, também, apresentar “documentos que provem o bom comportamento”.
Qualquer blogger sem licença estará sujeito a uma multa de 100 mil riais sauditas (cerca de 43 mil reais) ou a banimento da função. O governo saudita afirmou que a medida foi concebida para proteger a sociedade.
O governo saudita já foi condenado por organizações que defendem a liberdade de expressão e o direito à informação. Já as organizações de notícias mais populares, que trabalham sob regulamentação governamental, elogiaram a introdução das novas regras. Tariq Alhomayed, editor do jornal Asharaq Alawasat, evidenciou a sua concordância com a medida do Ministério, tendo argumentado que a publicação de conteúdos deve ser feita com responsabilidade e não através de identidades falsas utilizadas para difamar ou promover a divisão social.
FONTE: techlider